Projeto da Eficiência Hospitalista é sinônimo de qualidade assistencial junto ao Hospital Unimed Caruaru

Serviço de Medicina Hospitalar tem feito a diferença na assistência aos pacientes, incluindo os casos da Covid-19

Desde o mês de maio, o projeto da Eficiência Hospitalista – Soluções em Saúde no Hospital Unimed Caruaru (HUC), em Pernambuco, segue com novidades. As ações de Medicina Hospitalar, iniciadas em outubro de 2019, estão sendo ampliadas. Tudo para garantir ainda mais segurança e qualidade na jornada do paciente internado na instituição, incluindo os casos da Covid-19.

De acordo com o gestor do projeto e consultor da Eficiência Hospitalista na região Nordeste, o médico Enilson Vieira Moraes, a Medicina Hospitalar tem conquistado um importante papel junto à assistência, considerada um serviço estratégico para o HUC. “Hoje, podemos afirmar que a equipe hospitalista é o “braço direito” do hospital e isso muito nos orgulha!”, afirma.

E os motivos estão nos resultados. Para se ter uma ideia da resolutividade do modelo assistencial baseado em Medicina Hospitalar, no início do projeto, em outubro de 2019, 63 pacientes foram admitidos na instituição. Já em maio deste ano, esse índice pulou para 202.

Portanto, isso representa 220% a mais de pessoas que puderam contar com o HUC. Um número que chama a atenção se imaginarmos o aumento de demanda por leitos sem a contrapartida de uma desospitalização mais eficiente, o que resultaria em um colapso na capacidade de internação. “Assim, com processos mais eficientes, se tem um menor tempo de internação e a oportunidade de usar os leitos existentes para atender novos pacientes”, reforça o gestor do projeto.

Enilson conta que hoje são cinco médicos hospitalistas no grupo, responsáveis por cinco unidades de internamento, entre infectados e não infectados pela Covid-19, em um hospital que é referência no Agreste e Sertão do Estado de Pernambuco.

Novos desafios

O sucesso do projeto da Eficiência Hospitalista levou à discussão o estudo sobre quais melhorias vão poder fazer parte do projeto em 2021, para otimizar ainda mais os fluxos e processos dentro do HUC.

Outra novidade é a expansão da assistência aos casos do comanejo clínico-cirúrgico, um dos processos que fazem parte das diretrizes da Medicina Hospitalar. Trata-se da divisão das responsabilidades, autoridade e referência entre o médico hospitalista e o cirurgião nos cuidados pré e pós-cirúrgico. Sendo assim, uma parceria fundamental para melhorar a experiência desses pacientes e reduzir o tempo de internação.

“Estamos muito felizes com os novos desafios, pois vemos uma equipe mais madura e com sentimento de pertencimento ao Hospital. Também a gestão passa a ver a Medicina Hospitalar como um instrumento fundamental para a otimização da assistência”, destaca Enilson.

Telehospitalista

Em março desse ano, o programa Telehospitalista completou um ano de atividades no Hospital Unimed Caruaru. A consultoria remota faz parte das ações da Eficiência Hospitalista e tem sido essencial no enfrentamento à pandemia.

São rounds semanais, em que o médico consultor do projeto discute de forma on-line com cada médico a situação dos pacientes. Desde a implementação até agora, o Telehospitalista já possibilitou a discussão de cerca de 1.500 casos.

A partir dos dados fornecidos pelo Dashboard da Eficiência Hospitalista no Hospital Unimed Caruaru, é possível contribuir com indicadores de gestão que originam ações voltadas à desospitalização oportuna dos pacientes. Ou seja, reduzir o tempo de internação e o contato com o ambiente hospitalar. Tudo para viabilizar uma volta pra casa no momento adequado à condição de saúde do usuário.

Segundo Enilson, “essa é uma forma eficiente de garantir que os profissionais percebam o momento mais oportuno para a alta hospitalar”. O resultado é o aumento do giro de leito, o que significa que mais pacientes podem ser atendidos, sem aumentar o número de vagas.

Horizontalidade do cuidado

Para a médica Roberta Trigueiro, que assumiu o cargo de diretora de Recursos Próprios da Unimed Caruaru em janeiro de 2021, a Medicina Hospitalar tem feito a diferença na assistência ao paciente. A gestora destaca como fundamental a horizontalidade do cuidado, uma das premissas do modelo, aliada à redução de custos.

De acordo com Roberta, “o que mais chama a atenção no modelo hospitalista é a possibilidade de garantir cuidado adequado, assim como conhecer o perfil epidemiológico dos beneficiários da cooperativa e a economia”.

A diretora reforça que os resultados são muito bons, mas que é possível crescer ainda mais. “Precisaremos evoluir bastante com o modelo, principalmente para outros setores do hospital, para evidenciar toda potencialidade da Medicina Hospitalar”, diz.

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