Telehospitalista auxilia Hospital Rio Maina no atendimento de pacientes Covid-19 de Criciúma e região

Ferramenta de telemedicina da Eficiência Hospitalista já garantiu 300 discussões de casos no Hospital Rio Maina

Telehospitalista auxilia Hospital Rio Maina utilizado por médica e enfermeira
Enfermeira Larissa Alves (de óculos), diretora de Enfermagem do Rio Maina, com a médica Andressa Santana, durante o round do Telehospitalista

A ferramenta de telemedicina da Eficiência Hospitalista – Soluções em Saúde já faz parte da rotina assistencial do Hospital Rio Maina, no município catarinense de Criciúma.  Desde o início de janeiro, o Telehospitalista vem atuando na otimização dos processos assistenciais e de decisão clínica da instituição.

De lá pra cá, já foram mais de 300 discussões de casos de pacientes internados no local que funciona como unidade de retaguarda para o atendimento de Covid-19 de toda a região. Nesse período, os indicadores da ferramenta apontaram uma taxa de assertividade de previsão de alta de 86%. Ou seja, o acompanhamento do fluxo do paciente permitiu que as altas hospitalares planejadas pela empresa fossem efetivadas.

Esse trabalho marca o início da atuação da Eficiência Hospitalista no Estado de Santa Catarina. De acordo com o CEO, André Wajner, o projeto vem ao encontro da expansão e todo o território nacional. “Estamos muito felizes com essa nova parceria com Criciúma, que abriu as portas para a nossa presença em solo catarinense”, ressalta.

Telehospitalista

O Telehospitalista tem como objetivo ser um importante recurso assistencial, tanto para os profissionais da saúde como para quem precisa de atendimento. Isso porque há a integração de quem está na ponta do atendimento com especialistas da empresa de gestão em saúde, os quais garantem o suporte no gerenciamento dos pacientes.

São rounds diários com discussão de casos, feitos de forma remota, em uma média de sete por dia. De um lado da tela está a equipe do hospital e do outro o médico consultor do projeto, Gabriel Hey, auxiliando na horizontalidade do cuidado dos pacientes internados com Covid-19, como base no modelo assistencial de Medicina Hospitalar.

Larissa participando de round com a médica Vitória Teixeira

Segundo Larissa Alves, diretora de Enfermagem, o Telehospitalista já está fazendo a diferença na assistência prestada. “Temos objetividade com a discussão multidisciplinar valorizada, em uma dinâmica bem mais efetiva. Dessa forma, conseguimos organizar a rotina hospitalar”, afirma.

Ela destaca que essa integração entre os diferentes profissionais da equipe do hospital com aqueles responsáveis pela implementação o projeto tem sido fundamental para o sucesso da ferramenta. No Hospital Rio Maina, o grupo conta com médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistente social e farmacêutico. “Estamos vendo que toda a equipe tem aceitado o projeto de forma positiva e agregadora”, ressalta.

Acolhida também apontada pelo diretor do hospital, o médico Alexander Araldi de Oliveira. “Estamos vendo um ótimo trabalho e que teve muita receptividade. Por isso, a nossa expectativa é manter a parceria com a Eficiência Hospitalista, na busca de soluções personalizadas”, afirma.

Dr. Gabriel Hey, médico consultor do projeto, em um dos vídeos semanais elaborados para contribuir nas melhorias assistenciais do hospital

Melhorias

Além do Telehospitalista, a empresa de gestão em saúde tem aplicado melhorias para garantir uma assistência segura e com qualidade para o paciente internado. São ferramentas de Dashboard para o gerenciamento da demanda de pacientes e de quadro Kanban, sistema de gestão visual para controle dos processos assistenciais. De acordo com Gabriel, “isso representa a otimização do cuidado com organização de informações”.

Também está sendo feita a entrega semanal de vídeos, com material teórico embasando as propostas de melhoria na assistência apresentadas pela Eficiência Hospitalista. Entre elas está a prescrição padrão pra todos os pacientes internados, assim como o fluxo de alta para todos os pacientes internados, auxiliando na transição de cuidado dos pacientes de forma multidisciplinar.


Hospital Rio Maina

O Hospital Rio Maina foi uma instituição psiquiátrica, adquirido pela Prefeitura Municipal no início da pandemia de Covid-19, com o objetivo de abrigar os infectados e que necessitavam de isolamento. Em seguida, sua utilização foi voltada para a reabilitação de pacientes pós-Covid. Mas, devido à baixa de casos, teve as suas atividades encerradas.

O hospital foi reaberto com o agravamento da pandemia. Nesse sentido, funciona como uma unidade de retaguarda para o hospital São José, referência no tratamento do novo coronavírus e que já sofria com a falta de leitos de baixa e média complexidade. Sendo assim, foi feita a contratação emergencial da Organização Social (OS) Instituto Harmone, encarregada da administração do Hospital Rio Maina.

A diretora de Enfermagem, Larissa Alves, explica que a unidade está baseada nos hospitais de campanha, apta a receber pacientes positivados e com comprometimento respiratório menor que 50%. Conta com Unidade Semi-Intensiva, 50 leitos e três leitos para os pacientes graves. Além disso, todos os quartos possuem saídas de oxigênio.

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