Saiba como o Telehospitalista está garantindo a otimização da assistência no HMC

Ferramenta garante qualidade e segurança no atendimento, reduzindo o tempo de internação

Telehospitalista com médicos da Eficiência Hospitalista e do Hospital Contagem
Captura de tela de um dos rounds realizados entre a EH e o HMC

Todas às segundas, terças e quintas-feiras, um representante da equipe médica e um da enfermagem do Hospital Municipal de Contagem (HMC-MG), se reúnem em frente ao computador. Do outro lado da tela, um médico hospitalista da Eficiência Hospitalista (EH) está pronto para discutir a situação dos pacientes internados, buscando a melhor assistência e o maior giro de leito. É o Telehospitalista, ferramenta implementada na primeira semana de abril e que está garantindo a otimização da assistência no HMC. A inciativa já possibilitou a discussão de mais de 158 casos, dos quais a maioria teve redução no tempo de internação e a alta efetiva.

O médico hospitalista da EH, Vinícius Sabedot Soares, é de Porto Alegre (RS) e o responsável por auxiliar a equipe em Minas Gerais. Ele afirma que a estruturação da telemedicina ganhou maior adesão dos hospitais com a pandemia do novo coronavírus. “É um sistema que oferece maior segurança a quem está na linha de frente no atendimento e também proporciona a troca de conhecimentos, independentemente do local onde se encontram os profissionais de saúde”, destaca.

Estratégia

De acordo com a médica Jordana da Fonseca Lopes Brasileiro, o Telehospitalista tem se tornado uma estratégia para viabilizar a organização do serviço. “Ela tem um papel essencial no contexto de isolamento social, pois possibilita a regularidade dos encontros, otimizando a condução dos casos e propiciando rotatividade de leitos com segurança”, relata. Ainda reforça: “A ferramenta está funcionando bem. Pois as reuniões estão acontecendo de forma pontual, com a duração necessária, com objetividade e clareza na comunicação”.

Como é

Vinícius explica que são realizados dez rounds ou rodadas de discussão de casos por semana. Em Contagem, são cinco médicos e cada um participa de no mínimo dois rounds semanais, sempre com a presença de uma enfermeira hospitalista, o que garante o acompanhamento de 40 pacientes por semana. Assim, em cada round são discutidos o plano terapêutico e as possíveis falhas em sua execução a serem corrigidas, bem como a previsão de alta. Entretanto, antes de iniciar o encontro on-line, o hospitalista da empresa analisa os prontuários eletrônicos e o Dashboard da EH (saiba mais aqui), de forma individualizada. Dessa forma, se tem acesso a importantes dados clínicos e indicadores assistenciais de cada paciente.

Conforme o médico, os rounds são desenvolvidos em cima de uma discussão estruturada, formada a partir do preenchimento de uma planilha pelo hospitalista da empresa, acompanhada em tempo real pelo médico do hospital. Nesse documento existem informações específicas, as quais vão nortear as ações de gestão do fluxo da enfermeira hospitalista. Ou seja, desde a priorização das demandas de exames, resultados de laudos e, até mesmo, a atuação da assistente social.

Enfermeira hospitalista

Vinícius salienta a importância da atuação da enfermeira hospitalista nesse processo. Para a enfermeira Silvia Cristina dos Santos Ferreira, que atua junto ao Telehospitalista, a experiência tem sido muito positiva. “A ferramenta possibilita a interação com a equipe multiprofissional. Bem como podemos atuar com antecedência nas questões que envolvem a pré-alta. É de uma excelência esse método”, diz.

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