Case de sucesso

Hospital Estadual de Tramandaí reduz mortalidade e permanência na UTI com TeleIntensivista

Em oito meses, o suporte remoto diário de intensivistas ajudou a ampliar a capacidade de atendimento da UTI, reduzir a mortalidade, diminuir o uso de ventilação mecânica e qualificar a tomada de decisão clínica.

+115,94%
de aumento nas admissões mensais na UTI
−42,19%
na taxa de mortalidade da UTI
−48,8%
no tempo médio de permanência na UTI
−33,98%
na taxa de ventilação mecânica

Sobre o hospital

Referência regional em assistência de alta complexidade

O Hospital Estadual de Tramandaí está localizado no litoral norte do Rio Grande do Sul. Possui 131 leitos, sendo 20 destinados à Unidade de Terapia Intensiva, e atende pacientes de alta complexidade da região.

Em uma unidade crítica, o acesso rápido a especialistas, a revisão sistemática das condutas e a previsibilidade da evolução clínica são decisivos para melhorar desfechos e utilizar os leitos com maior eficiência.

Desafio

Qualificar o cuidado intensivo e melhorar o giro de leitos em um cenário de alta complexidade

Com uma taxa elevada de mortalidade e longa permanência na UTI, o desafio era qualificar o cuidado intensivo mesmo em um contexto com profissionais não especialistas em terapia intensiva, garantindo suporte clínico à tomada de decisão, desospitalização eficiente e melhor utilização dos leitos.

Solução aplicada

TeleIntensivista: suporte especializado diário para decisões de alta complexidade

A Eficiência Hospitalista implementou o modelo TeleIntensivista, baseado em discussões clínicas diárias entre os médicos locais e intensivistas experientes, com acesso remoto aos prontuários, exames laboratoriais e exames de imagem.

Essa segunda opinião especializada e formativa fortalece a tomada de decisão, amplia a segurança clínica e apoia a identificação precoce de oportunidades de alta, redução de complicações e uso mais eficiente dos recursos hospitalares.

Metodologia

Acompanhamento diário com integração entre equipe local e especialistas remotos

01

Discussão diária de casos

Teleconsultorias de segunda a sexta-feira, das 15h às 16h, com até uma hora de duração.

02

Acesso remoto aos dados clínicos

Análise de prontuários, exames laboratoriais e imagens para apoiar decisões mais seguras.

03

Gestão da evolução clínica

Identificação de oportunidades de alta segura, redução de complicações e maior eficiência no uso dos leitos.

Resultados alcançados

Mais capacidade assistencial, menor mortalidade e redução expressiva da permanência

Capacidade assistencial +115,94%
de aumento nas admissões mensais na UTI.
De 17 para 36,71 admissões mensais
Mortalidade −42,19%
na taxa de mortalidade da UTI.
De 64% para 37%
Ventilação mecânica −33,98%
na taxa de pacientes em ventilação mecânica.
De 82% para 54,14%
Duração da ventilação −11,4%
na duração da ventilação mecânica.
De 15 dias para 13,29 dias
Permanência na UTI −48,8%
no tempo médio de permanência na UTI.
De 26,1 dias para 13,36 dias
Risco predito −20,66%
na mortalidade predita pelo SAPS 3.

Os resultados demonstram como o suporte remoto de especialistas pode ampliar a capacidade da UTI, fortalecer as decisões clínicas e produzir ganhos simultâneos em desfechos assistenciais, permanência e utilização dos recursos hospitalares.

Sua instituição precisa qualificar o cuidado intensivo e melhorar os resultados da UTI?

Conheça o modelo TeleIntensivista da Eficiência Hospitalista e leve suporte especializado à rotina da sua equipe.

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